segunda-feira, 19 de março de 2012

o útero era um ambiente mais parecido com o estômago.
a fertilidade dos ovários se confundiam com criatividade previsível de uma linha de montagem fordista.

- eu não poderia voltar para um lugar de onde nunca havia saído.

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no preenchimento inédito desta grave lacuna ei de tornar meu coração mais leve.

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[é possível que eu comece a dançar.
desta vez sem obrigação de ser feminina, mas apenas pelo gosto de me ver em movimento.]

sábado, 17 de março de 2012

sobre vibrações e graves lacunas

eu, sempre tão afeita a elas, percebi que palavras não preenchem lacunas.
preciso de algo que ressoe e ocupe o espaço vazio.
para tanto é preciso vibrar: por favor, cordas e tambores.

domingo, 11 de março de 2012

sobre auto-crítica e internalidades

as minhas esquisitices me causam mais espanto e náusea do que as que vejo no mundo.
neste momento de uma reflexão egocentrada, o maior mistério que minha mente (tão acostumada à conveniências e facilidades) percebe sou eu mesma.

eu sou uma esfinge autocanibal.